O Centro de Saúde de Oliveira do Hospital está a funcionar, desde segunda-feira, dia 21 de outubro, temporariamente na antiga escola básica (EB1) da cidade, devido ao lançamento, para breve, da empreitada de ampliação e reabilitação da unidade de saúde.
A prestação de serviços de saúde na antiga EB1 ‘’tem corrido melhor do que estávamos à espera’’, afirmam os médicos Rui Pedro Loureiro, coordenador Unidade de Saúde Familiar (USF), e Rui Ferreira, coordenador da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), que consideram a mudança ‘’uma boa escolha’’, sem margem para dúvidas “melhor que a solução dos contentores”.
No espaço provisório os balcões da USF e da UCSP encontram-se juntos, o que para os médicos ‘’acaba por facilitar a efetivação das consultas’’.
Rui Pedro Loureiro aponta para a existência de ‘’constrangimentos pontuais’’, mas que ‘’acontecem sempre’’, como o ‘’caso de uma falha no sistema informático”. ‘’Tudo tem corrido de forma ordeira. Não nos apercebemos de pessoas que tenham chegado aqui a dizer que foram às ‘’antigas’’ instalações’’, refere Rui Ferreira.
O edifício tem em funcionamento uma sala de espera, junta aos balcões das unidades, apesar de existirem duas, mas ‘’se as pessoas vierem 15 ou 20 minutos antes das suas consultas a tendência é tudo fluir normal, mas se vierem uma hora antes os serviços acabam por ‘entupir’ ‘’, alerta o coordenador da USF. ‘’Temos espaço para acolher as duas unidades de saúde: uma sala de espera dá perfeitamente’’, acrescenta o responsável pela UCSP.
As novas instalações de saúde temporárias têm também um parque de estacionamento destinado preferencialmente para os utentes com mobilidade reduzida, mas que é aberto a todos. Segundo Rui Pedro Loureiro, ‘’como não tem grande movimento as pessoas acabam por não saber’’.
‘’A transferência decorreu na sexta e no sábado com uma colaboração brilhante da Câmara Municipal. Caso contrário teria sido impossível mudar de instalações num tempo recorde’’, destacou ainda o clínico.
Os dois médicos agradecem também ao Município pela divulgação da transição do Centro de Saúde para a antiga escola primária, que ‘’está refletida nos outdoors pela cidade’’.
Margarida Prata e Sofia Alexandra Gomes, jornalista estagiária













