O Partido Socialista de Oliveira do Hospital já veio manifestar o seu contentamento com a aprovação pela Assembleia da Republica, por larga maioria, da proposta de desagregação de Freguesias, em especial no que diz respeito à proposta de desagregação de Ervedal da Beira e Vila Franca da Beira, repondo-se assim aquela que é a vontade das populações, através dos seus eleitos, que em todos os órgãos autárquicos, aprovaram por maioria esta desagregação.
“É importante relembrar, que em 2013, na altura do governo PSD/CDS, a chamada lei “Relvas”, foi amplamente contestada em Oliveira do Hospital, pois a mesma previa muitas mais agregações de Freguesias, algumas que ainda se conseguiram evitar, mas ainda assim, foram 5 as agregações impostas às nossas populações”, recorda o Partido Socialista em comunicado, lembrando que. desde a primeira hora, “o então Presidente da Câmara Municipal, José Carlos Alexandrino, e o então Presidente da Freguesia de Ervedal, Carlos Maia, as populações de Ervedal e Vila Franca, se uniram para em vários locais e vários momentos lutarem contra esta imposição. Desde a primeira hora o PSOH esteve na linha da frente do combate contra esta agregação imposta”.
Destacam ainda que , logo que foi aprovada, pelo Governo Socialista, em 2021, a lei que permitiu a revogação e a oportunidade de reposição de Freguesias, os eleitos da União de Freguesias de Ervedal e Vila Franca da Beira, através do Executivo presidido por Carlos Maia, e da Assembleia de Freguesia presidida por Rui Pedro Loureiro, propuseram a sua desagregação, que a Câmara Municipal, liderada por José Francisco Rolo e a Assembleia Municipal, Presidida por José Carlos Alexandrino, aprovaram por unanimidade, unindo assim todos os eleitos, todos os partidos, na reposição da vontade das populações que representam.
O PSOH reforça assim “o seu compromisso e a garantia” junto das populações da Freguesia de Ervedal da Beira e da Freguesia de Vila Franca da Beira, de que “continuará sempre a defender os interesses das suas populações, colocando sempre os interesses do concelho e das Freguesias, acima dos interesses partidários”.













