Foi com um misto de “dor e esperança” que a Unidade Pastoral de Oliveira do Hospital Sul reagiu, publicamente, à noticia, esta segunda feira, da morte do chefe da Igreja Católica. Numa breve nota publicada na página de facebook, os representantes da Igreja no concelho apelaram “ao toque dos sinos, em todas as igrejas da Unidade Pastoral Oliveira do Hospital Sul em sinal de luto” e ainda à promoção de “momentos de oração pessoal e comunitária”, durante o dia de hoje e nos próximos dias.
Também o Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, em nome de todo o Executivo Municipal, já manifestou o seu “profundo pesar pelo falecimento de Sua Santidade”, recordando o Papa Francisco como um “homem de fé, de compaixão e de diálogo”.
“O Papa Francisco foi uma figura marcante no nosso tempo. A sua voz em defesa da dignidade humana, da justiça social, da paz e do cuidado com os mais frágeis tocou milhões em todo o mundo, independentemente da sua fé ou origem. A sua liderança espiritual e o seu exemplo de humildade, proximidade e coragem continuarão a inspirar gerações”, reagiu, hoje, em comunicado, o Executivo Municipal, apontando para “Oliveira do Hospital como uma comunidade maioritariamente cristã, como ainda recentemente demostrou pela mobilização e organização da participação nas Jornadas Mundiais da Juventude, em Lisboa”.
O executivo liderado por José Francisco Rolo, recorda ainda o Papa Francisco como alguém que soube sempre estar “atento ao mundo” e “interpretar com bondade o mundo novo em que vivemos, os novos sinais”.
“Soube olhar para a humanidade e o planeta como uma comunidade a viver numa casa comum que urge cuidar”, sublinha, destacando um Papa “com atenção renovada para o mundo, um papa do diálogo, da união e promotor da partilha, da paz, e do diálogo entre todos. Um Papa que assumiu com clareza que no mundo e na igreja “todos, todos, todos,” têm lugar“, pode ler-se na nota de pesar publicada na página de facebook do Município, onde é ainda sublinhada a sua “especial atenção para os mais frágeis e vulneráveis, para os mais necessitados e desvalidos” e a sua “vontade em transformar o mundo”.













