José Francisco Rolo foi reeleito presidente do Município de Oliveira do Hospital. O candidato do Partido Socialista conseguiu uma maioria absoluta com 6 148 votos (51,26%), conseguindo manter quatro elementos no executivo municipal.
Durante os festejos, que juntaram centenas de pessoas nas imediações da sede de candidatura, o vencedor da noite referiu que esta “foi uma vitória do reconhecimento do trabalho imparável feito durante quatro anos”. “Dedicámo-nos a sério à missão de servir o concelho e os cidadãos fizeram essa avaliação”, sublinhou.
Com uma “equipa renovada”, Rolo já está de olhos postos no futuro com “novos projetos, com financiamentos já garantidos e obras para lançar”. “Queremos continuar a investir e vamos estar atentos ao setor empresarial e ao setor social, mantendo a dinâmica do concelho”, garantiu.
Face a estes resultados que lhe dão uma “maioria renovada” com “uma nova equipa”, o autarca reeleito afirmou que a mesma “tem tudo para servir e continuar a transformar positivamente o concelho de Oliveira do Hospital”.
“Esta vitória não é garantidamente do José Francisco Rolo É uma vitória do concelho de Oliveira do Hospital que escolheu uma equipa com projetos e ideias. Somos pela humildade e pela dedicação no sentido de serviço público”, defendeu.
Agora é tempo de “corresponder” ao “nível de confiança dos oliveirenses” com “trabalho e resultados, fazendo avançar Oliveira do Hospital”.
Alexandrino mantém-se como presidente da Assembleia Municipal
José Carlos Alexandrino (PS) foi também um dos vencedores das eleições autárquicas em Oliveira do Hospital.
O PS conseguiu, agora, eleger 12 deputados, menos um do que há quatro anos. A lista liderada pelo ex-autarca de Oliveira do Hospital conseguiu 6 225 votos (51,91%).
Na reação aos resultados, José Carlos Alexandrino mostrou-se “muito feliz com esta vitória”. Agradeceu “a todos os que votaram neste projeto político”. “Podem ter a certeza que Oliveira do Hospital e todo o concelho continuará a ter desenvolvimento”, afirmou.
Na ocasião, Alexandrino saudou os vencidos, considerando porém que “se calhar alguns precisam da reforma”.













