Joana, de Coruche, no distrito de Santarém, chegou a Oliveira do Hospital para iniciar uma nova etapa no ensino superior. Colocada na licenciatura em Gestão em Biociências da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTGOH), decidiu efetivar a matrícula apesar de o curso não ter sido a sua primeira opção.
“Era dentro da área que eu gostava de ingressar no futuro”, explica a jovem, que nunca tinha estado antes em Oliveira do Hospital. A primeira impressão da cidade foi positiva e marcada pela tranquilidade: “É uma zona muito calma, que não tem assim grande movimento de confusões e isso, mas que vai ser casa durante os próximos anos.”
A mudança representa também um desafio pessoal. Joana vai sair de casa pela primeira vez para estudar e ficará em Oliveira do Hospital durante, pelo menos, os próximos três anos. A família acompanha-a nesta nova fase e está agora a procurar a casa onde a jovem ficará instalada.
A mãe encara a distância entre Coruche e Oliveira do Hospital com naturalidade e considera que esta mudança poderá contribuir para o crescimento da filha. “Às vezes faz bem também sair da rotina normal dela e tudo isto faz parte do crescimento”, afirma.
Para Joana, a entrada no ensino superior será um desafio. “Acho que vai ser bastante desafiante”, admite, depois de já ter analisado algumas das unidades curriculares do curso. Há disciplinas que lhe parecem mais acessíveis e outras que poderão exigir mais, mas a estudante mostra-se determinada: “Estou cá para isso, para aprender e pronto.”
A jovem reconhece que estar longe de casa será uma novidade, mas encara a mudança com tranquilidade. “Às vezes o longe também se torna perto”, afirma, defendendo que é também uma questão de “boa vontade” e de encarar esta nova etapa “com o espírito aberto”.
Agora, entre a escolha da casa e o início das aulas, Joana prepara-se para os próximos três anos em Oliveira do Hospital, num percurso que marca não só a entrada no ensino superior, mas também o início da sua autonomia longe de casa.














