Os professores do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital (AEOH) voltaram esta segunda feira à rua, em protesto contra a desvalorização da carreira.
Voltaram a aderir em massa à paralisação marcada para esta terça feira, o que levou mesmo ao fecho da Escola Sede do Agrupamento, bem como a EB da Cordinha e alguns Jardins de Infância, que registaram uma adesão à greve na ordem dos 80%, de acordo com os números avançados pelo diretor, Carlos Carvalheira, à RBN.
Em causa está o sistema de avaliação dos docentes, a municipalização dos concursos e a não progressão na carreira. Os professores dizem-se “ignorados” pelo atual Governo e pedem mais respeito pela profissão e pela escola pública. Mostram-se ainda contra o facto dos professores virem a ser contratados pelos Municípios e lamentam que o problema da colocação de docentes a várias centenas de quilómetros de casa, continue a retirar tempo que é essencial para a preparação e planificação das aulas.
Depois de no inicio do mês terem marcado presença na primeira reunião pública da Câmara Municipal, pedindo a solidariedade do executivo para algumas das suas reivindicações, os docentes voltaram esta segunda feira aos Paços do Município, onde foram ouvidos pelos vereadores Graça Silva e Nuno Ribeiro.




