Novos órgãos sociais tomaram posse perante largas dezenas de associados e muitos convidados vindos de outras instituições.
Maria José Falcão de Brito tomou posse como presidente da direção da ARCIAL, Associação de Crianças Inadaptadas de Oliveira do Hospital, naquele que considerou ser um dos “maiores desafios que abraçou na sua vida” até ao momento.
Docente há vários anos na Escola Profissional de Oliveira do Hospital e Tábua, e destacada dirigente do CDS/PP, tendo deixado há poucas semanas a liderança da Concelhia, Maria José Brito foi a candidata vencedora nas eleições realizadas no passado dia 18 na instituição, tendo como adversário o conhecido militante e ex líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal, João Esteves. Falcão de Brito sucede assim a outra mulher na presidência da ARCIAL, que nos últimos quatro anos (dois mandatos) foi dirigida por Rosa Neto Carvalho, também ela professora, co fundadora da instituição e, acima de tudo, como sempre fez questão de referir nas suas intervenções públicas, “mãe do Miguel”, um menino portador de deficiência que é também utente da ARCIAL.
Num discurso onde não conseguiu evitar a emoção, a presidente da direção cessante fez um balanço do trabalho feito, mostrando-se disponível para prestar todo o apoio e colaboração aos novos corpos sociais até porque como a própria assumiu “ainda não cortou o cordão umbilical com a instituição”. Rosa Neto aproveitou ainda para agradecer a todos os colaboradores e entidades que colaboraram com a ARCIAL, lembrando que este não é um trabalho qualquer, é um trabalho que requer muito sacrifício e muito amor das pessoas. “Fizemos o que pudemos”, pois “quando entrámos já vivíamos um ano de grandes dificuldades”, recordou a ex presidente que deixou um profundo agradecimento à Câmara Municipal e ao seu presidente, na medida em que “foram o nosso porto seguro”.
Apesar das conquistas alcançadas ao longo dos seus dois mandatos, onde destacou os acordos com a Segurança Social para o funcionamento das Residências Autónomas, Rosa Neto, lembrou, todavia, que há alguns “sonhos” que ficaram por concretizar, apesar de estarem já reunidas algumas condições – como a quinta pedagógica e a construção das piscinas – que espera ver concretizados no futuro. (leia mais na edição impressa)













