Sob a coordenação da Associação para o Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral (ADSCVC) e da promoção do Município de Oliveira do Hospital, o Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) está de volta ao “terreno” para garantir que ninguém é esquecido e que “todos importam”.
O novo CLDS, agora de 5ª Geração (5G), pretende reforçar as políticas de inclusão social. Segundo Elsa Agostinho, coordenadora do projeto, o CLDS 5G Viver.Com assenta em três eixos: Emprego, formação e qualificação; Promoção da autonomia, envelhecimento ativo e longevidade; e Desenvolvimento social, capacitação comunitária e intervenção em contextos de emergência social e de cenários de exceção.
À equipa técnica, composta por Elsa Agostinho, Paula Ferreira, Beatriz Seabra e Carla Carvalho, cabe percorrer o concelho e dinamizar atividades que promovam o bem-estar da população, sobretudo a mais vulnerável. Até ao final de 2028, data do término do programa, o CLDS pretende “reforçar a empregabilidade, criar e fortalecer redes de apoio para famílias vulneráveis e apoiar a população idosa na promoção do envelhecimento ativo e saudável”.
Na conferência de apresentação do projeto, realizada na passada segunda-feira (31), João Abreu, presidente da ADSCVC, depositou a total confiança na equipa técnica que “conta com pessoas de excelente qualidade profissional”. O também autarca de Meruge agradeceu ao Município pela “confiança reiterada na Associação”. João Abreu não tem dúvidas de que o CLDS 5G vá ser “um êxito”, dada a importância do mesmo junto da “população mais isolada”.
Da parte do Município também ficou demonstrada a segurança perante uma “equipa com experiência acumulada”. Segundo José Francisco Rolo, a autarquia está garantidamente “disponível para ser parte ativa” do programa, pois é fundamental um “trabalho em rede” para cuidar da população. O presidente do Município destacou o papel que o CLDS assume “no terreno, próximo dos cidadãos e das aldeias”. Numa altura em que o concelho oliveirense regista um “aumento de população” com a forte chegada de imigrantes, Rolo sublinha que é urgente “dar resposta às necessidades da população”. Para isso, a autarquia conta com o desempenho do CLDS. “Somos um concelho cem por cento inclusivo, onde todos podem fazer o seu projeto de vida”, afirmou.
Na ocasião, Graça Brito congratulou-se pelo arranque de mais um CLDS pois “deixa sempre uma marca”. Num “concelho disperso, com grande abrangência intergeracional”, a vereadora da Ação Social desejou “sorte” à equipa que tem pela frente “grandes desafios”.
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